| Classificação do Mundial de Construtores após 17 de 19 corridas: | ||
|---|---|---|
| Posição | Equipe | Pontos |
| 1 | RBR-Renault | 426 |
| 2 | McLaren-Mercedes | 399 |
| 3 | Ferrari | 374 |
| 4 | Mercedes | 188 |
| 5 | Renault | 143 |
| 6 | Force India-Mercedes | 68 |
| 7 | Williams-Cosworth | 65 |
| 8 | Sauber-Ferrari | 43 |
| 9 | STR-Ferrari | 11 |
| 10 | Lotus-Cosworth | 0 |
| 11 | VRT-Cosworth | 0 |
| 12 | Hispania-Cosworth | 0 |
domingo, 24 de outubro de 2010
No Mundial de Construtores
Nada Mudou
Vitória e liderança, mas sem exageros na festa. Após o GP da Coreia do Sul de Fórmula 1, Fernando Alonso não quer saber de comemorações antecipadas por um possível terceiro título na categoria. O piloto espanhol acredita que, apesar do resultado em Yeongam, nada mudou. O caminho até a taça é dos mais perigosos.
- Nada mudou na verdade. Nós sabemos que, com o novo sistema de pontos, tudo pode acontecer em uma corrida. Se você não pontua, perde 25 pontos para um de seus principais adversários. Então, nada mudou. Mark (Webber) e Seb (Vettel) tiveram azar, mas qualquer coisa pode acontecer e ainda há quatro ou cinco candidatos ao título. Estar no pódio e ser consistente é, talvez, a chave do campeonato. Nós temos feito um bom trabalho nas últimas sete corridas, mas não podemos esquecer das últimas duas. Precisamos estar no pódio e, ao menos, lutar pela vitória.
Para o espanhol, uma vitória como a conquistada na Coreia do Sul não é possível em todos os finais de semana.
- Um resultado em uma corrida não muda a figura do campeonato. Ainda há quatro, cinco candidatos. Então, nós sabíamos antes de vir aqui que em toda corrida é importante terminar. Vencer aqui é fantástico e em todas as corridas devemos buscar a vitória, mas isso não é possível em todos os fins de semana.
Alonso também comemorou o bom desempenho da Ferrari em Yeongam, com o companheiro Felipe Massa chegando em terceiro lugar.
- Absolutamente, foi uma das melhores corridas do ano para nós. Ter os dois carros no pódio foi uma conquista para a Ferrari. Nós fomos competitivos em todo o fim de semana. No treino classificatório, vimos que o carro estava forte, então sabíamos que o ritmo para a corrida estava ali. Esta manhã estava molhada, sabíamos que ia ser uma corrida dura. E vencemos a prova e a primeira corrida na Coreia com chuva. Então, estou muito feliz.
Uma das melhores corridas.
Fernando Alonso: "Esta foi uma das melhores corridas do ano para nós"
O espanhol Fernando Alonso, a Ferrari estava muito feliz hoje, na conferência de imprensa oficial da FIA após a vitória na Coréia do Grand Prix e líder do campeonato colocado. Ainda não levar nada para o gado, "Com este sistema de pontuação, tudo pode acontecer."
"Foi uma das melhores corridas do ano, a maioria tem sido um sucesso para a Ferrari. Fomos muito competitivo durante toda a semana. Tivemos um bom ritmo, mas com o tempo, você nunca sabe. Acredito que é a primeira corrida ganhou no molhado e que me deixa muito feliz ", disse ele.
Sobre sua situação na frente do Mundial, Alonso disse: "Nada mudou Com este sistema de pontuação, tudo pode acontecer Hoje Sebastian e Mark não tiveram sorte, mas nas duas últimas corridas têm de estar no pódio e lutar.. para a vitória. "
Por outro lado, a Ferrari parecia o dia de hoje: "Tínhamos condições extremas Queríamos terminar a corrida após o erro que aconteceu com o Mark eo problema Vettel e temos aproveitado Faz-me especialmente animado Finalmente..... nós tivemos um bom fim de semana. "
O espanhol Fernando Alonso, a Ferrari estava muito feliz hoje, na conferência de imprensa oficial da FIA após a vitória na Coréia do Grand Prix e líder do campeonato colocado. Ainda não levar nada para o gado, "Com este sistema de pontuação, tudo pode acontecer."
"Foi uma das melhores corridas do ano, a maioria tem sido um sucesso para a Ferrari. Fomos muito competitivo durante toda a semana. Tivemos um bom ritmo, mas com o tempo, você nunca sabe. Acredito que é a primeira corrida ganhou no molhado e que me deixa muito feliz ", disse ele.
Sobre sua situação na frente do Mundial, Alonso disse: "Nada mudou Com este sistema de pontuação, tudo pode acontecer Hoje Sebastian e Mark não tiveram sorte, mas nas duas últimas corridas têm de estar no pódio e lutar.. para a vitória. "
Por outro lado, a Ferrari parecia o dia de hoje: "Tínhamos condições extremas Queríamos terminar a corrida após o erro que aconteceu com o Mark eo problema Vettel e temos aproveitado Faz-me especialmente animado Finalmente..... nós tivemos um bom fim de semana. "
Hoje na coréia...
Fernando Alonso provou mais uma vez que anda lado a lado com a sorte ao vencer o primeiro GP da Coreia do Sul neste domingo (24). O piloto da Ferrari contou com os abandonos dos pilotos da Red Bull: Mark Webber perdeu o controle do carro e bateu na 19ª volta; Sebastian Vettel viu seu motor Renault explodir no giro 46, quando liderava soberano. Com o resultado, o espanhol foi alçado ao posto de novo líder do Mundial de Pilotos com 231 pontos, superando a dupla da esquadra rubrotaurina.
Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada de Yeongam em segundo e subiu para terceiro colocado na temporada, com 210 pontos, superando Vettel na tabela de classificação. Já Felipe Massa se recuperou do fim de semana ruim em Suzuka, fez uma corrida consistente e completou o pódio na Coreia do Sul. Desde o polêmico GP da Alemanha, o brasileiro não alcançava o top-3.
Rubens Barrichello vinha em quinto, quando seus pneus mostraram grande desgaste e causaram um erro que lhe custou duas posições. À sua frente, na sexta posição, ficou Vitantonio Liuzzi, repetindo seu melhor resultado na F1. Outro que teve desempenho marcante foi Michael Schumacher, que completou em quarto.
A espera - Os que esperavam por uma corrida 100% emoção ficaram frustrados com a decisão da direção de prova em estabelecer a largada atrás do safety-car. Lewis Hamilton era um deles. No rádio, reclamou da escolha de Charlie Whiting.
Depois de três voltas muito molhadas, com pouquíssima visibilidade e queixumes dos pilotos, veio a segunda decepção para o torcedor: Whiting e sua equipe decidiram tremular a bandeira vermelha e interromper a prova - que, na verdade, nem havia ainda começado de fato.
Mais de uma hora após o início da programação, a safety-car voltou a liderar o pelotão. E os pilotos voltaram a ser decisivos no rumo da prova. Vettel, o líder, recebendo bem menos spray, falou que a visibilidade havia melhorado.
Webber discordou. Hamilton, corajoso, viu condições muito melhores. Button usou a expressão "muito, muito ruim" para caracterizar a situação.
Completadas 15 voltas sob o domínio do carro de segurança, Hamilton perdeu a paciência. "O que eles estão esperando? Os outros pilotos estão reclamando? Qual é a razão pela qual não largamos?", disse ao seu engenheiro, antes de dizer que já se poderia colocar pneus intermediários. Enquanto isso, Kubica pedia a continuidade da bandeira amarela.
A corrida - Até então, a disputa era com palavras. Foi quando, na 18ª volta, depois de 1h42min sem corrida, os pilotos finalmente foram liberados para correr. Bruno Senna e Jarno Trulli passaram reto na primeira curva. Adrian Sutil foi outro a passear na área de escape.
Bernd Maylander - o piloto do safety-car - voltou a "liderar" a prova na 20ª passagem, logo após Mark Webber rodar sozinho, bater no muro e, depois, em Nico Rosberg, que havia largado brilhantemente. Os dois abandonaram a prova. E ficou no ar a verdadeira razão de o australiano ter pedido para que os pilotos não largassem.
A relargada veio quatro voltas depois, com Vettel fazendo a melhor volta em 1min54s438 - uma realidade totalmente diferente do resto do fim de semana. E, novamente, Trulli protagonizou uma presepada: Após tentar ser esperto arriscando colocar pneus intermediários, Jarno errou no S e atingiu Senna, ficando sem asa dianteira.
Chegaram juntas a 27ª volta e a segunda batida de quem tentou ser mais esperto do que os outros. Também com intermediários, Di Grassi rodou quando tentava ultrapassar Yamamoto e foi ao muro.
As decisões equivocadas dos pilotos continuaram. Buemi colocou o mesmo tipo de pneu de Jarno, Lucas e Sutil - que havia rodado algumas vezes voltas antes -, achou que poderia retardar a freada para ultrapassar Glock e, como esperado, atingiu o piloto da Virgin.
Último a parar nos boxes entre os ponteiros, Alonso perdeu a segunda posição para Hamilton graças a mais um dos tradicionais erros da Ferrari em pit-stops. Pouco depois, porém, Lewis reclamou de um desgaste anormal nos pneus. ssim, não demorou muito para que o inglês perdesse aderência e uma freada e voltasse ao terceiro lugar.
Chegada a volta 40 de 55, era hora de mais uma bandeira amarela, desta vez causada pela forte batida de Vitaly Petrov. O russo perdeu a traseira de sua Renault na entrada da curva 17 e bateu forte no muro. Enquanto isso, lá na frente, os mesmos três destoavam do ritmo dos outros pilotos.
Vettel parecia soberano. Reclamou, sem razão, de visibilidade. E, uma volta depois, não por coincidência, seu motor Renault estourou. E a corrida caiu nas mãos de Alonso, livre para abrir mais de 10s para Hamilton e vencer a prova.
Pouco depois, Sutil pagou definitivamente pelo erro de colocar pneus intermediários no início da corrida. Depois de inúmeros erros e rodadas durante a prova, falhou ao tentar ultrapassar Kobayashi, atingiu o japonês e deixou a corrida. Apesar da pancada sofrida, a Sauber de Kamui continuou intacta, conduzindo-o ao nono lugar.
Nas últimas voltas, os pilotos que puseram os compostos junto com Sutil também sofreram com pneus desgastados: Hulkenberg teve de fazer um pit-stop extra e Button, que já vinha mal, rodou sozinho.
A corrida, que acabou quase sem luz natural, foi vencida por um piloto iluminado.
Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada de Yeongam em segundo e subiu para terceiro colocado na temporada, com 210 pontos, superando Vettel na tabela de classificação. Já Felipe Massa se recuperou do fim de semana ruim em Suzuka, fez uma corrida consistente e completou o pódio na Coreia do Sul. Desde o polêmico GP da Alemanha, o brasileiro não alcançava o top-3.
Rubens Barrichello vinha em quinto, quando seus pneus mostraram grande desgaste e causaram um erro que lhe custou duas posições. À sua frente, na sexta posição, ficou Vitantonio Liuzzi, repetindo seu melhor resultado na F1. Outro que teve desempenho marcante foi Michael Schumacher, que completou em quarto.
A espera - Os que esperavam por uma corrida 100% emoção ficaram frustrados com a decisão da direção de prova em estabelecer a largada atrás do safety-car. Lewis Hamilton era um deles. No rádio, reclamou da escolha de Charlie Whiting.
Depois de três voltas muito molhadas, com pouquíssima visibilidade e queixumes dos pilotos, veio a segunda decepção para o torcedor: Whiting e sua equipe decidiram tremular a bandeira vermelha e interromper a prova - que, na verdade, nem havia ainda começado de fato.
Mais de uma hora após o início da programação, a safety-car voltou a liderar o pelotão. E os pilotos voltaram a ser decisivos no rumo da prova. Vettel, o líder, recebendo bem menos spray, falou que a visibilidade havia melhorado.
Webber discordou. Hamilton, corajoso, viu condições muito melhores. Button usou a expressão "muito, muito ruim" para caracterizar a situação.
Completadas 15 voltas sob o domínio do carro de segurança, Hamilton perdeu a paciência. "O que eles estão esperando? Os outros pilotos estão reclamando? Qual é a razão pela qual não largamos?", disse ao seu engenheiro, antes de dizer que já se poderia colocar pneus intermediários. Enquanto isso, Kubica pedia a continuidade da bandeira amarela.
A corrida - Até então, a disputa era com palavras. Foi quando, na 18ª volta, depois de 1h42min sem corrida, os pilotos finalmente foram liberados para correr. Bruno Senna e Jarno Trulli passaram reto na primeira curva. Adrian Sutil foi outro a passear na área de escape.
Bernd Maylander - o piloto do safety-car - voltou a "liderar" a prova na 20ª passagem, logo após Mark Webber rodar sozinho, bater no muro e, depois, em Nico Rosberg, que havia largado brilhantemente. Os dois abandonaram a prova. E ficou no ar a verdadeira razão de o australiano ter pedido para que os pilotos não largassem.
A relargada veio quatro voltas depois, com Vettel fazendo a melhor volta em 1min54s438 - uma realidade totalmente diferente do resto do fim de semana. E, novamente, Trulli protagonizou uma presepada: Após tentar ser esperto arriscando colocar pneus intermediários, Jarno errou no S e atingiu Senna, ficando sem asa dianteira.
Chegaram juntas a 27ª volta e a segunda batida de quem tentou ser mais esperto do que os outros. Também com intermediários, Di Grassi rodou quando tentava ultrapassar Yamamoto e foi ao muro.
As decisões equivocadas dos pilotos continuaram. Buemi colocou o mesmo tipo de pneu de Jarno, Lucas e Sutil - que havia rodado algumas vezes voltas antes -, achou que poderia retardar a freada para ultrapassar Glock e, como esperado, atingiu o piloto da Virgin.
Último a parar nos boxes entre os ponteiros, Alonso perdeu a segunda posição para Hamilton graças a mais um dos tradicionais erros da Ferrari em pit-stops. Pouco depois, porém, Lewis reclamou de um desgaste anormal nos pneus. ssim, não demorou muito para que o inglês perdesse aderência e uma freada e voltasse ao terceiro lugar.
Chegada a volta 40 de 55, era hora de mais uma bandeira amarela, desta vez causada pela forte batida de Vitaly Petrov. O russo perdeu a traseira de sua Renault na entrada da curva 17 e bateu forte no muro. Enquanto isso, lá na frente, os mesmos três destoavam do ritmo dos outros pilotos.
Vettel parecia soberano. Reclamou, sem razão, de visibilidade. E, uma volta depois, não por coincidência, seu motor Renault estourou. E a corrida caiu nas mãos de Alonso, livre para abrir mais de 10s para Hamilton e vencer a prova.
Pouco depois, Sutil pagou definitivamente pelo erro de colocar pneus intermediários no início da corrida. Depois de inúmeros erros e rodadas durante a prova, falhou ao tentar ultrapassar Kobayashi, atingiu o japonês e deixou a corrida. Apesar da pancada sofrida, a Sauber de Kamui continuou intacta, conduzindo-o ao nono lugar.
Nas últimas voltas, os pilotos que puseram os compostos junto com Sutil também sofreram com pneus desgastados: Hulkenberg teve de fazer um pit-stop extra e Button, que já vinha mal, rodou sozinho.
A corrida, que acabou quase sem luz natural, foi vencida por um piloto iluminado.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Favorita com menor vantagem
Alonso acredita que Red Bull ainda é favorita, mas vê vantagem menor
Embora a sexta-feira (22) deixe dúvidas no ar quanto ao real desempenho das equipes, Fernando Alonso acredita que a Red Bull ainda é favorita para o GP da Coreia do Sul, que acontece neste domingo. O espanhol, no entanto, afirmou que a vantagem da equipe austríaca não deve ser tão grande como foi em Suzuka, há duas semanas.
"Normalmente, nós não olhamos para os tempos na sexta-feira, mas sabíamos ou sentíamos que era uma pista da Red Bull, e isso se confirmou no sábado e no domingo", disse Alonso sobre Suzuka. "Aqui, como eu disse, a sexta não é muito importante, mas sentimos que talvez não seja tão fácil para a Red Bull como foi em Suzuka, mesmo eles ainda sendo os favoritos”, acrescentou.
Segundo mais rápido do dia, o piloto da Ferrari disse que gostou do circuito de Yeongam, mas chamou atenção para a última curva. "Eu gostei das curvas 4, 5 e 6, as três juntas no final da primeira reta são muito interessantes.”
"Eu acho que há chance de ultrapassagem nas curvas 3 e 4 também. A pior curva é a última, ou antes dela, o interior da zebra. Estamos tocando bastante lá, batendo muito forte com o chassi”, finalizou
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